The Settlers IV (2001)
A despedida isométrica 2D clássica da Blue Byte com a guerra ecológica contra a Tribo Sombria
Lançado em fevereiro de 2001 exatamente quando a Ubisoft adquiriu a Blue Byte Software, The Settlers IV (distribuído na América do Norte como The Settlers: Fourth Generation) representou o ápice da fase isométrica 2D do estúdio. Colocando romanos, vikings e maias contra o deus exilado Morbus e sua Tribo Sombria inimiga da vegetação, uniu cadeias produtivas densas à corrupção ecológica do terreno.
Romanos, vikings, maias e a ecologia devastada de Morbus
Aprimorando a base de carregadores livres de The Settlers III enquanto restaurava carroças puxadas por burros e balsas para rotas comerciais distantes, The Settlers IV contrastou três culturas humanas vibrantes com um antagonista ecológico incomum. Banido para a Terra após rebelar-se contra a divindade suprema HE, o deus Morbus sofre de aversão severa à clorofila e comanda a Tribo Sombria para converter campos verdejantes em terras cinzentas estéreis por meio de fazendas de cogumelos. Em vez de conquistar torres apenas pelas armas, as coalizões humanas precisam enviar jardineiros munidos de pás para revitalizar o solo corrompido antes que médicos, guerreiros de machado e zarabatanas derrubem o Templo Sombrio.
Aquisição pela Ubisoft, correções pós-lançamento e legado dos sprites 2D
Chegando às lojas no exato mês em que a publicadora francesa Ubisoft comprou a Blue Byte para liderar seu portfólio europeu de estratégia, The Settlers IV enfrentou críticas iniciais na imprensa alemã devido a falhas de sincronia no modo multijogador, prontamente sanadas por atualizações sucessivas. Expandido ainda em 2001 por The Trojans and the Elixir of Power, que adicionou os troianos como quarta civilização humana, o título sagrou-se o jogo de PC mais vendido do ano na Alemanha. Como os capítulos posteriores migraram abruptamente para motores 3D poligonais, os fãs passaram a venerar este quarto episódio como o canto do cisne definitivo do Wuselfaktor bidimensional.