Black (2006)
O explosivo FPS de fim de geração da Criterion Games focado em som balístico e destruição
Black é um jogo de tiro em primeira pessoa de 2006 desenvolvido pelo estúdio britânico Criterion Games e publicado pela Electronic Arts para PlayStation 2 e Xbox. Levando a filosofia visceral de impacto de Burnout 3: Takedown às armas de fogo, Alex Ward e Stuart Black transformaram acústica cinematográfica estrondosa, recargas com foco de lente e cenários destrutíveis em um marco técnico tardio do PS2.
A filosofia de impacto de Burnout aplicada aos tiroteios
Logo após revolucionar as colisões automobilísticas em Burnout 3: Takedown, os líderes da Criterion Games Alex Ward, Fiona Sperry e o designer Stuart Black decidiram tratar armas de fogo com o mesmo vigor físico de cinema. Estruturada como um interrogatório em vídeo com atores reais no qual o sargento de operações secretas Jack Keller narra a caçada à rede terrorista Seventh Wave pela Chechênia e pelo Leste Europeu, a campanha de oito missões converteu fronteiras, ruínas de manicômios e a gigantesca fundição de Naszran em galerias de tiro embaladas pela trilha sinfônica de Chris Tilton e Michael Giacchino.
Acústica em coro, foco de recarga e coberturas estilhaçadas
Extraindo até a última gota do hardware de 2000 do PlayStation 2 já na transição para a sétima geração, a Criterion construiu um espetáculo audiovisual inesquecível (muito popular nas locadoras brasileiras). Os engenheiros de som combinaram gravações inspiradas no cinema de ação e afinaram cada armamento em faixas distintas de frequência para que escopetas, submetralhadoras e fuzis soassem como um 'coro' nítido no meio do confronto. A cada recarga, um efeito dramático de profundidade de campo focava o ferrolho fumegante enquanto disparos arrancavam pedaços de concreto das colunas, arrombavam cadeados no tiro e detonavam pátios industriais em cadeia.