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Quest for Glory III: Wages of War (1992)

A vibrante odisseia VGA do casal Cole pelas savanas africanas exaltando a diplomacia sobre a guerra

United States · 1992 · game

Concebido inicialmente como um capítulo intermediário antes de ser promovido a terceiro jogo principal em agosto de 1992, Quest for Glory III: Wages of War levou a série híbrida de Lori Ann e Corey Cole aos gráficos VGA de 256 cores controlados por ícones de mouse. Viajando com o mentor leontauro Rakeesh Sah Tarna pelas savanas de Fricana, inspiradas na África Oriental, o herói busca impedir uma guerra tribal manipulada por demônios entre os guerreiros Simbani e o povo Leopardo.

Quest for Glory III: Wages of War (1992)

De prelúdio opcional às savanas de língua suaíli em Tarna

Lori Ann e Corey Cole planejavam originalmente uma tetralogia sazonal saltando direto do deserto de Shapeir para a sombria Mordávia eslava, mas o carinho dos fãs pelo nobre paladino Rakeesh levou a Sierra a transformar sua terra natal num capítulo numerado completo. Combinando templos inspirados no Egito Antigo em Tarna com costumes pastoris Simbani baseados no povo Maasai, saudações em suaíli e selvas mágicas, Wages of War destacou-se em 1992 pela rara valorização cultural africana nos RPGs de PC, embalada pelas marimbas e percussões vibrantes de Rudy Helm.

Paladinos selecionáveis, mediação de paz e a ponte para a Mordávia

Substituindo comandos digitados pela barra de ícones SCI1.1 e por um mapa de travessia pela savana onde Guerreiros disputam lançamento de lanças, Magos duelam contra xamãs e Paladinos pressentem emboscadas, o roteiro subverteu o militarismo típico dos RPGs: o verdadeiro triunfo exige desmascarar infiltrados demoníacos e costurar uma conferência de paz entre as tribos. Mesmo oferecendo menos cofres urbanos para Ladrões na selva aberta, Wages of War brilhou pela escrita calorosa antes de arremessar o protagonista num vórtice sombrio direto para Shadows of Darkness.

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