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Dying Light (2015)

Ação e sobrevivência em mundo aberto em primeira pessoa com parkour livre e ciclo assimétrico de dia e noite

Poland · 2015 · game

Desenvolvido em Wrocław, na Polônia, pela Techland em seu motor proprietário Chrome Engine 6 e publicado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em janeiro de 2015, Dying Light é um jogo de ação e sobrevivência em mundo aberto ambientado na cidade em quarentena de Harran. O título combinou travessia em parkour — ajustada com consultoria de David Belle — a um ecossistema predatório diurno e noturno.

Dying Light (2015)

Arquitetura do Chrome Engine 6 e Travessia por Parkour em Harran

Após sua experiência anterior com jogos de sobrevivência em mundo aberto em Dead Island (2011), o estúdio polonês Techland, sediado em Wrocław, iniciou a produção de Dying Light para estabelecer uma propriedade intelectual própria voltada aos consoles de oitava geração e computadores com suporte a DirectX 11. Construído sobre o Chrome Engine 6, o projeto introduziu renderização baseada em física, simulação densa de multidões e carregamento vertical contínuo na metrópole costeira fictícia de Harran, inspirada na arquitetura do Oriente Médio e dividida entre as favelas horizontais (Slums) e os edifícios históricos do Setor 0 (Cidade Velha). Em outubro de 2014, a Techland cancelou as edições planejadas para PlayStation 3 e Xbox 360 devido às restrições de memória e taxa de quadros impostas pela iluminação dinâmica. O jogador controla Kyle Crane, agente infiltrado enviado pelo Global Relief Effort (GRE) para recuperar pesquisas médicas roubadas entre facções lideradas por Harris Brecken e pelo chefe paramilitar Kadir Suleiman. Para substituir a navegação convencional em solo, a equipe implementou o sistema 'Natural Movement' com consultoria técnica do cofundador francês do parkour, David Belle.

Ecologia Assimétrica de Dia e Noite, Modo Cooperativo e Expansões

Em termos mecânicos, Dying Light organizou a exploração em torno de um relógio contínuo de vinte e quatro horas que invertia a vulnerabilidade do jogador após o pôr do sol. Durante o período diurno, os sobreviventes coletam insumos para fabricação, consertam armas brancas sujeitas a desgaste físico, disputam suprimentos lançados de avião contra milícias armadas e contornam multidões lentas de infectados utilizando distrações sonoras e tirolesas nos telhados. Ao anoitecer, os apagões elétricos em Harran trazem à superfície predadores ágeis e sensíveis à radiação ultravioleta denominados Volatiles, capazes de escalar fachadas na mesma velocidade do protagonista, alterando a dinâmica do combate direto para a furtividade, o uso defensivo de lanternas UV e a fuga até zonas seguras em troca do dobro de pontos de experiência. O jogo incluiu campanha cooperativa para até quatro participantes e o modo multijogador assimétrico 4 contra 1 'Be the Zombie'. Em fevereiro de 2016, a expansão rural com veículos Dying Light: The Following e anos de atualizações contínuas elevaram o público total a mais de vinte milhões de jogadores antes de Dying Light 2 Stay Human (2022).

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