The Settlers: Rise of an Empire (2007)
O sexto capítulo principal voltado ao cotidiano urbano medieval, zonas climáticas e bem-estar cidadão
Lançado pela Blue Byte e pela Ubisoft em setembro de 2007, The Settlers: Rise of an Empire afastou o sexto título principal da guerra pura para abraçar a construção orgânica de cidades medievais guiada pelas necessidades dos habitantes. Lideradas por Cavaleiros evoluíveis em quatro zonas climáticas, as vilas dependem de nutrição, vestuário, higiene, lazer e festivais na praça onde os artesãos encontram cônjuges.
Cidades medievais vivas, demandas cívicas e cortejos na praça central
Respondendo às críticas de que Heritage of Kings havia negligenciado a rotina pacífica dos colonos, o designer-chefe Andreas Suika reconstruiu Rise of an Empire em torno de oficinas visíveis e bem-estar doméstico. Açougueiros, tecelões, saboeiros e artesãos de vassouras processam insumos dentro de sobrados enxaimel expansíveis, cobrando níveis crescentes de comida, roupas, limpeza e tavernas conforme o burgo ganha muralhas de pedra; trabalhadores desatendidos cruzam os braços em greve. Para elevar a produção, o jogador promove feiras festivas que atraem colonas para casar com os mestres solteiros, enquanto seis Cavaleiros — como Marcus, Alandra e Hakim — conquistam títulos reais.
Quatro biomas climáticos, logística fluida e a expansão The Eastern Realm
Abrangendo tundras subárticas, florestas temperadas, litorais mediterrâneos e desertos áridos, cada região altera o calendário produtivo: invernos rigorosos paralisam lavouras e barcos pesqueiros ao norte, ao passo que secas no sul exigem oásis fluviais e caravanas mercantes. Embora veteranos considerassem suas conexões viárias e cercos militares mais brandos do que em The Settlers II, a imprensa elogiou seu calor visual e riqueza arquitetônica. Em 2008, a expansão The Eastern Realm acrescentou monções indianas, prospecção geológica e monumentos ornamentais, preparando terreno para a profundidade sistêmica de The Settlers 7.