GAP GAME ARCHIVE PROJECT

Broken Sword II: The Smoking Mirror (1997)

O suspense maia de duplo protagonista da Revolution Software que lapidou a arte 2D do Virtual Theatre

United Kingdom · 1997 · game

Lançado apenas treze meses após o estrondoso sucesso original, em outubro de 1997, por Charles Cecil e Steve Ince na Revolution Software, Broken Sword II: The Smoking Mirror trocou os mistérios templários europeus pela mitologia mesoamericana. Tornando Nico Collard diretamente jogável ao lado de George Stobbart contra contrabandistas que planejam libertar o deus sombrio Tezcatlipoca num eclipse solar, refinou todo o acabamento 2D do motor Virtual Theatre.

Broken Sword II: The Smoking Mirror (1997)

Nico Collard jogável, cosmologia maia e avanços no Virtual Theatre

Reencontrando George Stobbart e Nico Collard em Paris segundos antes de a jornalista ser sequestrada e George deixado amarrado perto de uma tarântula numa mansão em chamas, The Smoking Mirror promoveu Nico a coprotagonista controlável em capítulos próprios pelas docas noturnas de Marselha, pelo Museu Britânico e por estações abandonadas do metrô londrino. Em apenas um ano de produção, o programador Tony Warriner dotou o motor Virtual Theatre de rolagem paralaxe em múltiplos planos, transparências de fumaça e iluminação colorida sobre cenários pintados à mão e trilha de Barrington Pheloung.

República de Quaramonte, o eclipse de Tezcatlipoca e ritmo aventuresco

Rastreando três espelhos sagrados de obsidiana cobiçados pelo narcotraficante Karzac e pelo ditador General Raoul na república centro-americana fictícia de Quaramonte, George e Nico cruzam sets de filmagem no Caribe, rios selvagens e pirâmides subterrâneas cheias de engrenagens antes que o eclipse solar liberte Tezcatlipoca. Enxugando deliberadamente os longos diálogos expositivos do primeiro jogo em favor de um ritmo ágil digno de Indiana Jones, Cecil e Steve Ince venderam quase outro milhão de cópias antes da transição 3D da franquia em 2003.

Verification Sources