Tales of Monkey Island (2009)
O renascimento em cinco episódios da Telltale Games e Dave Grossman com dramaturgia seriada
Desenvolvido pela Telltale Games sob liderança de Dave Grossman e Michael Stemmle entre julho e dezembro de 2009, Tales of Monkey Island despertou a franquia pirata após nove anos de hiato em cinco episódios mensais. Espalhando a contagiosa Praga de LeChuck e apresentando a caçadora de recompensas Morgan LeFlay e o Marquês De Singe, tornou-se o maior êxito comercial do estúdio antes de The Walking Dead.
A Praga de LeChuck, Morgan LeFlay e o ritmo de folhetim com ganchos
Produzido em sintonia com a Special Edition de 2009 e contando com consultoria inicial de Ron Gilbert, Tales of Monkey Island começa quando Guybrush improvisa um sabre vodu defeituoso: LeChuck transforma-se num humano suspeitamente prestativo enquanto uma epidemia esverdeada contamina a mão de Guybrush e todo o Golfo de Melange. Ao longo de cinco capítulos coescritos com futuros talentos como Sean Vanaman e Jake Rodkin, o herói dublado por Dominic Armato enfrenta o médico francês perverso Marquês De Singe e a espadachim implacável Morgan LeFlay, atravessando o interior de um peixe-boi gigante, um julgamento em Flotsam e o além-túmulo.
Peso dramático, retorno de Michael Land e virada histórica da Telltale
Diferente dos episódios independentes de comédia em Sam & Max, Tales of Monkey Island inaugurou na Telltale um arco dramático contínuo, com sacrifícios emocionantes e ganchos tensos ao fim de cada mês, preservando a combinação criativa de itens no inventário e a trilha caribenha de Michael Land. Mesmo limitado pelo teto técnico de quarenta megabytes do serviço WiiWare nas texturas, o seriado conquistou aclamação crítica e bateu recordes internos de vendas, pavimentando diretamente a transição narrativa do estúdio rumo ao fenômeno The Walking Dead.